A Ubisoft trouxe novas luzes sobre o desenvolvimento de Assassin’s Creed: Codename Hexe, o projeto que promete romper com as tradições estabelecidas pelos últimos títulos da franquia. Diferente da trilogia de RPGs massivos iniciada por Origins e encerrada em Valhalla, Hexe terá uma estrutura muito mais focada em narrativa e linearidade.
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Uma experiência condensada e atmosférica
Desta vez, o foco não está em centenas de horas de exploração em mapas gigantescos, mas sim em uma atmosfera densa e vertical. O jogo se passará durante os julgamentos de bruxas no Século XVI e trará elementos de ocultismo que exigirão uma abordagem de gameplay diferente do combate tradicional de guerreiros. Segundo os desenvolvedores, o mapa será menor, porém muito mais detalhado e interativo.
Inovação rítmica na franquia
Esta mudança de paradigma visa agradar jogadores que sentiam fadiga com o formato de mundo aberto exaustivo. A promessa é de um título que honre o DNA furtivo de Assassin’s Creed, mas que o eleve com mecânicas de manipulação ambiental e uma história mais psicológica. O projeto Hexe é visto internamente como a fundação de um novo pilar experimental para a marca.
Com o desenvolvimento avançando e a Ubisoft reafirmando a estabilidade da equipe, as expectativas para o primeiro vídeo de gameplay oficial só aumentam. Assassin’s Creed Hexe caminha para ser um divisor de águas, provando que a franquia ainda tem fôlego para se reinventar completamente em novas ambientações e estilos de jogo.
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